O prefeito de Nova Redenção (à 406 Km de Salvador), Ivan Alves Soares, foi enunciado pelo Ministério Público Federal por não prestar contas de verbas repassadas pelo Ministério da Saúde, em 2009, para realizar melhorias sanitárias em domicílios do município. Após um convênio assinado com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), de R$ 135 mil, valor repassado ao município em três parcelas, o prefeito só prestou conta das duas primeiras. De acordo com a assessoria de comunicação da Procuradoria Regional da República (1ª região), baseada na denúncia, o convênio previa que todas às parcelas fossem pagas até o dia 8 de dezembro de 2009. Esse prazo ainda foi prorrogado por mais 60 dias, por causa de atraso na liberação dos recursos. Segundo a denúnica, Ivan foi notificado e, ainda assim, não realizou o pagamento no prazo determinado. "Para a configuração desse crime basta a não prestação de contas no prazo acordado, independentemente destas serem tardiamente apresentadas ou mesmo de sua aprovação ao final”, explicou Juliano Baiocchi Villa-Verde, Procurador Regional da República. Na denúncia, encaminhada ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, o MPF pede que o prefeito seja acusado por Crime de Responsabilidade. quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Prefeito é denunciado por atraso em prestação de contas
O prefeito de Nova Redenção (à 406 Km de Salvador), Ivan Alves Soares, foi enunciado pelo Ministério Público Federal por não prestar contas de verbas repassadas pelo Ministério da Saúde, em 2009, para realizar melhorias sanitárias em domicílios do município. Após um convênio assinado com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), de R$ 135 mil, valor repassado ao município em três parcelas, o prefeito só prestou conta das duas primeiras. De acordo com a assessoria de comunicação da Procuradoria Regional da República (1ª região), baseada na denúncia, o convênio previa que todas às parcelas fossem pagas até o dia 8 de dezembro de 2009. Esse prazo ainda foi prorrogado por mais 60 dias, por causa de atraso na liberação dos recursos. Segundo a denúnica, Ivan foi notificado e, ainda assim, não realizou o pagamento no prazo determinado. "Para a configuração desse crime basta a não prestação de contas no prazo acordado, independentemente destas serem tardiamente apresentadas ou mesmo de sua aprovação ao final”, explicou Juliano Baiocchi Villa-Verde, Procurador Regional da República. Na denúncia, encaminhada ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, o MPF pede que o prefeito seja acusado por Crime de Responsabilidade.